Uma nova pesquisa do Datafolha revelou que o ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva tem 47%

Uma nova pesquisa do Datafolha revelou que o ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva tem 47% das intenções de voto num primeiro turno, contra 28% de Jair Bolsonaro. A pouco mais de três meses das eleições, o cenário é considerado estável + (

com 19 pontos de vantagem entre os dois primeiros candidatos. Na sequência – com uma considerável distância – vem Ciro Gomes, somando 8% de intenção de votos. Dez outros candidatos surgem tecnicamente empatados, com 2% ou menos. +

com 19 pontos de vantagem entre os dois primeiros candidatos. Na sequência – com uma considerável distância – vem Ciro Gomes, somando 8% de intenção de votos. Dez outros candidatos surgem tecnicamente empatados, com 2% ou menos. +

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@ricardostuckert; Alan Santos/PR)

Ex-ministro da Educação Milton Ribeiro deixa a prisão após decisão judicial

O ex-ministro da Educação deixou a carceragem da Polícia Federal (PF) nesta quinta-feira, após liminar do Tribunal Regional Federal da 1ª Região cassar a prisão preventiva dele e dos pastores Gilmar Santos e Arilton Moura, presos na última quarta-feira. Eles são suspeitos de participação num “gabinete paralelo” para liberação de verbas do MEC. Em áudio divulgado em março pela Folha de S.Paulo, Ribeiro afirmou que, a pedido do presidente Jair Bolsonaro, repassava verbas a municípios indicados por um dos pastores. Eles negam as acusações. A decisão desta quinta atende um pedido de habeas corpus feito pela defesa do ex-ministro. O Ministério Público Federal (MPF) disse à Justiça Federal que as provas reunidas pela PF indicam que os supostos crimes no MEC foram praticados “com o respaldo do então chefe da pasta – Milton Ribeiro”. Segundo o senador Randolfe Rodrigues (Rede), a oposição conseguiu as assinaturas necessárias para a criação da CPI do MEC.

Rússia avança em cerco contra cidades na região de Luhansk

De acordo com informações da imprensa internacional, tropas russas intensificaram o bombardeio às cidades ucranianas de Severodonetsk e Lisichansk. As duas são dos últimos bolsões de resistência à Moscou na região de Luhansk. Autoridades da Ucrânia também afirmam que a Rússia aumentou seus ataques à cidade de Karkhiv. Veja abaixo Tweets de jornalistas, especialistas e veículos de imprensa sobre a invasão russa à Ucrânia. O conteúdo é detectado por algoritmo.Foto via @Reuters

QUE TAL UM SAMBA? SEM SAMBA NÃO DÁ.

O Brasil é o dono do samba, mas ultimamente não tem sambado, não havia, por enquanto, motivo pra sambar.

Baixe meu samba…. Todo mundo quer um samba.

Mas o Caetano Veloso deu o mote, foi o primeiro a pensar em samba, especialmente agora que estamos vendo a luz no fim do túnel. Segundo ele sem samba não dá..

Agora foi o Chico Buarque, que resolveu voltar ao samba. Chico sim, tem muito a ver com o Brasil e com samba. Sempre cantou o morro como ninguém. Já o Caetano só arranha a superfície nesse mister.

O fato é que sem samba não dá, e eu também já fiz alguns sambas, mas agora vislumbro um horizonte diferente, acredito que é possível que a música brasileira renasça com estes ícones que sempre traduziram perfeitamente a cultura brasileira.

Sendo assim fiz também meu samba, com a certeza de que estamos entrando em uma nova era, espero que seja a hora certa de sambar. Meu samba é Todo mundo quer um samba… eu também quero.

todo mundo quer um samba



⁠Eu fiz um samba quadrado
Na mesa de um botequim
Só que a mesa era redonda
E o samba ficou ruim.

Um samba sem parceria
Não consegue agradar
É preciso poesia
para o mundo encantar.

Todo mundo quer um samba
Mas a vida é uma dureza
Estão queimando a Amazônia
Destruindo a natureza.

Todo mundo quer sambar
Mas o mundo é uma tristeza
Como pode o poeta inventar
Um samba bom?
Sem a letra do Vinicius
E sem a música do Tom?

Um samba pra ser perfeito
Não escolhe ocasião
Não precisa de instrumentos
Cavaquinho ou violão
Ele vive lá no peito
E se tratado com jeito
Pula pra palma da mão.

Eu fiz um samba quadrado
Na mesa de um botequim
Só que a mesa era redonda
E o samba ficou ruim.Evan do carmo

MASSACRE EMOCIONAL

Hoje foi segundo dia mais letal da segunda onda, sendo superado apenas pelo dia 7 de janeiro, dia com mais vítimas de toda a série histórica

Sempre me impressionou sobremaneira, este que foi o maior evento catastróficos da humanidade, o holocausto . É fato que nunca seremos os mesmos, depois do que vivemos como seres humanos. Perdemos nossa dignidade e até hoje não conseguimos restaurá-la, pois sempre nos vem à tona o nazismo como ferramenta cruel para nos reduzir a pó, em sentido moral e espiritual.

Nunca imaginei que pudesse presenciar algo semelhante com os meus próprios olhos. Fala-se em 6 milhões de judeus mortos por Hitler e seu partido diabólico, sempre achei que isso fosse nosso maior feito com ações conscientes de intolerância e xenofobia.

Contudo, tive que viver uma experiência similar para me surpreender por algo que jamais pensei ser capaz de suportar. A pandemia da Covid 19, se for me ater apenas ao que ocorreu no Brasil já seria algo superlativo, concernente ao poder que os homens têm para fazer os outros sofrerem, com um mal que a sabedoria emocional mediana seria capaz de evitar.

Ficamos paralisados, sobretudo com a incapacidade administrativa dos líderes mundias, em prever uma calamidade como tem sido ate hoje a crise mundial de saúde, provocada pela pandemia. Porém, vou ficar apenas com o Brasil como modelo épico desta insuficiência político-administrativa como exemplo. Sofremos um massacre emocional com proporções similares àquele vivido pela geração que presenciou o holocausto.

Descaso e omissão

(…) O colapso em Manaus tem raiz bolsonarista. Em dezembro, o governador do estado, Wilson Lira (PSC), rejeitou apelo de cientistas pelo fechamento do comércio não essencial. Epidemiologistas emitiram uma série de alertas sobre o favorecimento das atividades econômicas poderia provocar. Na época, a decisão – que hoje se revelou desastrosa – foi comemorada por apoiadores incondicionais do presidente Jair Bolsonaro.

A pressão do povo funcionou em Manaus. O governador voltou atrás em seu decreto de lockdown. Parabéns, povo amazonense, vocês fizeram valer seu poder”, disse a deputada federal Bia Kicis (PSL-RJ), uma das bolsonaristas mais radicais. Também na ocasião, o deputado e ex-pretendente a ministro da Saúde, Osmar Terra (MDB-RJ), que tem formação médica mas nega a ciência, chamou a imprensa de “alarmista” e chegou a dizer que “Manaus tem queda importante de óbitos mostrando imunidade coletiva de rebanho”.

No dia 26 de dezembro, o filho do presidente, deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), também comemorou o que viria a ser o desastre. “Primeiro Búzios, agora Manaus. Todo poder emana do povo”, disse, em referência às cidades que, no fim do ano, fizeram mobilizações e aglomerações para rejeitar medidas de isolamento social. A cidade no litoral fluminense também vive seu pior momento da pandemia de covid-19 desde o início do surto, em março.(…)

Eu vi na TV, pessoas morrendo com falta de ar, familiares desesperados em filas para tentar comprar, por conta própria, oxigênio para doar ao hospital onde seus entes queridos, pais, mães estavam internados. Enquanto governos, justiça e sociedade discutiam para encontrar um culpado pelo crime, tragédia anunciada que ninguém deu atenção.

Quando digo que sofremos um massacre emocional estou minimizando a situação, pois para quem perdeu parentes e amigos, este massacre foi muito mais severo e de modo irreparável. Contudo, nós os sobreviventes, que suportamos tudo isso sem adoecer ou enlouquecer, e que conseguimos ver a vacina chegar, especialmente para aqueles que mais precisavam, sofremos apenas de forma emocional, mas esta experiência nos transformou, e de certa forma ficamos aleijados, perdemos como que braços, pernas, e sobretudo a nossa dignidade humana, pois quando temos verdadeira empatia, passamos a ser também vítimas do mesmo mal, do mesmo sofrimento.

Guerra e Paz

Com tradução de Rubens Figueiredo, a obra monumental de Tolstói é acompanhada por posfácio de Isaiah Berlin.“O que é Guerra e paz?”, questiona Liev Tolstói em um texto que detalha o processo de pesquisa e de criação de sua obra-prima. “Não é um romance, muito menos uma epopeia, menos ainda uma crônica histórica.” Ao acompanhar o percurso de cinco famílias aristocráticas russas no período de 1805 a 1820, Tolstói narra a marcha das tropas napoleônicas e seu impacto brutal sobre a vida de centenas de personagens.Em meio a cenas de batalha, bailes da alta sociedade e intrigas veladas, destacam-se as figuras memoráveis dos irmãos Nikolai e Natacha Rostóv, do príncipe Andrei Bolkónski e de Pierre Bezúkhov, filho ilegítimo de um conde, cuja busca espiritual serve como espécie de fio condutor e o torna uma das mais complexas personalidades da literatura do século XIX.Ao descrever o cotidiano e os grandes acontecimentos que se sucederam à invasão de Napoleão em 1812, Tolstói retrata uma Rússia magistral, imponente e, sobretudo, profundamente humana.

https://elivros.love/livro/baixar-livro-guerra-e-paz-liev-tolstoi-em-epub-pdf-mobi-ou-ler-online

Sophia, uma mulher por trás de “Guerra e Paz”

A imagem completa da vida humana, do zeitgeist russo, da história de luta das nações, de tudo que as pessoas consideravam como felicidade, grandeza, tristeza e humilhação sintetiza o significado e a importância do romance “Guerra e Paz”, do escritor russo Liev Tolstói, lançado em 17 de dezembro de 1867.

Liev Tolstói e sua esposa Sophia, também sua companheira de trabalho (Acervo: Corbis)

O anúncio do lançamento da obra que se tornou quase que imediatamente um dos maiores romances da história da literatura foi feito no Moscow News. Os quatro volumes foram vendidos ao preço de sete rublos. Os três primeiros foram entregues com um cupom para o quarto. Os leitores descobriram que viriam mais novidades nos próximos dois anos.

A repercussão da novela de Tolstói foi tão grande que os russos varreram as estantes das livrarias, inclusive para presentear amigos e depois trocarem cartas em que revelavam suas impressões dos personagens. Tolstói dizia que o livro consumiu cinco anos de sua vida, e a obra não era resultado de sua imaginação, mas sim de algo arrancado de suas entranhas. Naquela época, ele e Sophia eram recém-casados. Ela tinha 18 anos e ele 34. Para ajudá-lo, a jovem passava noites sob luz de velas decifrando e transcrevendo os manuscritos de Tolstói.

Além disso, também assumiu a responsabilidade de avaliar a obra e os sentimentos que ele transmitia por meio do livro. Como o russo era um escritor compulsivo e detalhista que não possuía uma boa caligrafia, Sophia teve de reescrever “Guerra e Paz” sete vezes até chegar à versão final. E ela fez tudo isso na esperança de ter um filho com ele. Mais tarde, também desempenhou o papel de secretária, revisora e gerente financeira enquanto o marido escrevia Anna Karenina, lançado em 1877.

Primeira edição integral de Guerra e Paz em russo (Foto: Reprodução)

Mas o relacionamento dos dois não era baseado somente em cumplicidade. Quando Liev Tolstói começou a escrever “Guerra e Paz”, Sophia registrou em um de seus diários a seguinte passagem: “Ele está escrevendo sobre a condessa fulana conversando com a princesa quem é. Insignificante”, reclamou. O autor russo se dedicou tanto ao livro que Sophia chegou a ortografar que ele provavelmente já “sentia o crime de matar na guerra”. Alguns pesquisadores afirmam que o casamento deles foi conturbado ao longo de 48 anos.

Em 1910, a saúde de Tolstói já estava bem debilitada, tornando-se uma recorrente preocupação familiar. Em seus últimos dias, pressentindo o pior, ele só escrevia e conversava sobre a experiência de morrer. Depois de muito tempo de renúncia ao seu estilo de vida aristocrata e adoção de uma vida simples, um dia ele saiu de casa com a intenção de se separar de Sophia. O motivo seria os ciúmes que ela começou a sentir quando testemunhou a atenção que o marido dispensava aos seus discípulos.

Talvez com razão e talvez também houvesse um motivo a mais, já que alguns pesquisadores apontam que alguns seguidores mais próximos de Liev Tolstói passaram a exercer influência sobre ele. Na fuga de 20 de novembro de 1910, aquele que foi considerado o homem mais famoso da Rússia faleceu em decorrência de pneumonia na Estação Ferroviária de Astapovo, na Província de Riazan, e talvez imerso na solitude final.

Trecho de “Guerra e Paz” – Volume I (Página 467)  

Pedro, silencioso, olhava, assombrado, o amigo, sem poder apartar os olhos dele, aturdido com a mudança que nele se operara. As suas palavras eram acolhedoras, tinha o sorriso nos lábios, mas aos olhos apagados, como mortos, por mais que fizesse não conseguia comunicar-lhes sombra de alegria. Não que tivesse emagrecido ou estivesse pálido, mas aquele seu olhar e aquela sua fronte sulcada de rugas, sinal de pensamentos concentrados, impressionavam Pedro e causavam-lhe como que uma sensação de repulsa, uma vez não habituado a vê-los no amigo.

Como sempre acontece depois de uma longa separação, não foi fácil encetarem desde logo uma boa conversa. As perguntas e as respostas eram breves, posto abordassem assuntos de que tanto um como outro estavam certos de ser dignos de mais larga explanação. Mas, por fim, voltaram a tratar dos assuntos a que apenas se haviam referido abreviadamente: o passado, os seus planos de futuro, a viagem de Pedro, as suas ocupações, a guerra, etc. A preocupação e o abatimento que Pedro notara no olhar do seu amigo refletiam-se agora mais pronunciadamente no sorriso com que ele acolhia as tiradas de Pedro, especialmente quando o ouviu falar com jovial emoção do passado e do futuro.

Obras mais importantes de Liev Tolstói

“Guerra e Paz”, “Anna Karenina”, “Confissão”, “O Reino de Deus está em Vós” e “Ressurreição”.

Saiba Mais

Liev Tolstói nasceu em 9 de setembro de 1828 em Yasnaya Polyana, a 12 quilômetros de Tula, na Rússia.

Sophia Andreyevna nasceu em 22 de agosto de 1844 e faleceu em 4 de novembro de 1919. Ela teve 13 filhos com Liev Tolstói, mas somente oito sobreviveram à infância.

Referências

http://www.todayinliterature.com/

V.G. Chertkov, The Last Days of Tolstoy. William Heinemann 1922.

Tolstaya, S.A. The Diaries of Sophia Tolstoy, Book Sales, 1987.

jesus x sócrates

foto da internet.

Jesus e Sócrates são os maiores instrutores morais e espirituais da humanidade, cada um no seu próprio tempo, com uma sapiência incomparável.

Sócrates diz que para nos tornarmos sábios, antes devemos buscar, a qualquer custo, conhecer a nós mesmos.

(…) Conhece a ti mesmo(…). “O aforismo do grego antigo “conhece a ti mesmo”, também comumente encontrado em português na forma “conhece-te a ti mesmo”, é uma das máximas délficas e foi inscrita no pronau do Templo de Apolo em Delfos de acordo com o escritor Pausânias”

O que esta frase indica, é que nós precisamos antes de mais nada, sobretudo antes de querer ensinar aos outros alguma coisa no campo da moral-espiritual, devemos ter consciência do que somos, e isso implica saber quem somos, a ponto de prever nossas próprias atitudes, uma vez que formos expostos a circunstâncias difíceis.

Conhecer a nós mesmos tem muito mais envolvido do que parece. Tem relação direta com nosso autodomínio, saber do que somos capazes, antes de viver certas situações, especialmente para quem se preocupa com a sua reputação, e com o modo que é visto por outros, isto pode ser a chave da sabedoria prática.

Importante ressaltar que esta filosofia atribuída a Sócrates pode ser questionada, sobretudo a sua autoria. Contudo é o que temos do Sócrates histórico rabiscado por Platão.

Jesus, por sua vez, histórico ou bíblico nos deixou algo semelhante, concernente à moral espiritual. Ele Disse:

(…) Por exemplo, quem de vocês, querendo construir uma torre, não se senta primeiro e calcula a despesa, para ver se tem o suficiente para completá-la?  Senão, ele lançará o alicerce dela, mas não conseguirá terminá-la, e todos os observadores começarão a zombar dele,  dizendo: ‘Este homem começou a construir, mas não conseguiu terminar.’ Ou que rei, antes de marchar para guerrear contra outro rei, não se senta e se aconselha para ver se consegue com 10.000 soldados enfrentar o que vem contra ele com 20.000? 32 De fato, se ele vê que não consegue, envia um grupo de embaixadores e propõe um acordo de paz, enquanto o outro ainda está longe.(…)

Este pensamento elevado sobre moral e reputação é singular, Jesus Cristo sendo Mestre Espiritual nos apresenta um ponto de vista universal sobre um homem verdadeiramente sábio de modo prático. Todavia, Jesus vai além, quando de forma didática nos explica alguns aspectos da sua sabedoria divina, especialmente o fato de que um homem sábio deve levar em conta o que os outros pensam sobre ele, isto requer sobretudo humildade mental, e a capacidade de prever o fracasso em vários campos da vida prática.

Mas o que dizer de Jesus como pensador? Jesus também nos deixou muitos conceitos filosóficos que são de fato imutáveis. No campo das ideias, Jesus nos ensina magistralmente que é na mente que tudo acontece. O pensamento gera atitudes, por isso mais uma vez, segundo esta ótica em discussão, devemos controlar a nós mesmos, a começar pelas ideais, pelo exercício do pensamento.

(…) Mas eu lhes digo que todo aquele que persiste em olhar para uma mulher, a ponto de sentir paixão por ela, já cometeu no coração adultério com ela.(…)

Jesus é visto hoje como um grande psicólogo, pelo fato de ter percebido, antes da psicologia, o que há por trás das intenções. Nesta sua tese, onde ele afirma que o desejo é mais importante que a ação em si, tudo isso revela o quanto a alma humana é falível.

Não importa o que somos publicamente, nossa verdadeira personalidade reside na mente, nas ideias, no pensamento. Só depois vieram tantos teóricos para formular isso com estudo definitivo. O homem é o que pensa, como é também o que come. Será?

(…) Não é o que entra pela boca do homem que o torna impuro, mas é o que sai da boca que o torna impuro.(…)

Jesus foi livre todo o tempo em que viveu entre os homens, mesmo sendo perseguido, ele não tinha receio de ferir ninguém, especialmente se fosse necessário falar a verdade. Muito semelhante com o pensamento e vida de Sócrates. Há, contudo, uma diferença imensa entre os dois. Um (Jesus) é sobretudo divino, e sempre atribuiu a sua sabedoria ao poder de Deus, desta forma se mostrou mais humilde que Sócrates, que nunca atribuiu o que sabia a nenhuma entidade espiritual.

(…)Ninguém faz o mal voluntariamente.(…)

Esta máxima de Sócrates deve ser invertida, visto que ele nada escreveu, ela não condiz com a sua sabedoria sobre o ser humano. Platão e a tradição grega foi quem cunharam a ideia aqui explícita. Penso que ele diria justamente o contrário. O homem, segundo Jesus, pode sim desenvolver na mente o desejo de cometer um crime, um ato contra a lei, assim ele pode praticar o mal deliberadamente, por livre escolha.

(...)Já é hora de irmos. Eu para a morte, vocês para a vida. Quem de nós segue o melhor rumo? Isso é segredo. Exceto para Deus.(…)

Mas Sócrates, como todo homem, tinha suas dúvidas sobre a existência do divino. A frase acima revela que ele de fato podia dizer, “Só sei que nada sei.”

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