COVID: Brasil volta a registrar mais de 4 mil mortes e bate novo recorde

Novo balanço de óbitos divulgado pelo Conass bate o registro de terça-feira (6/4), quando 4.195 pessoas perderam a luta para a doença

Novo balanço de óbitos divulgado pelo Conass bate o registro de terça-feira (6/4), quando 4.195 pessoas perderam a luta para a doença

Novo balanço de óbitos divulgado pelo Conass bate o registro de terça-feira (6/4), quando 4.195 pessoas perderam a luta para a doença

Pela segunda vez na mesma semana, o Brasil registrou mais de 4 mil mortes em um único dia. Desta vez, bateu um novo recorde, ao acrescentar mais 4.249 fatalidades no balanço desta quinta-feira (8/4). Atualmente, o Brasil lidera as atualizações diárias de fatalidades em todo o mundo, concentrando mais de um terço dos incrementos.

De acordo com a plataforma estatística Our World in Data, o Brasil é responsável por 37% das novas perdas, matando mais do que a soma de todos os países em um mesmo continente.
Além disso, o balanço nacional do Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass), também registrou mais 86.652 infecções nas últimas 24 horas. Ao todo, o país já soma 13.279.857 casos desde o início da pandemia.
Com os novos números diários, a média móvel de mortes do país continua crescendo e chegou 2.820 mortes por dia, nos últimos sete dias, segundo a análise do Conass. Já a média móvel de casos se manteve estável em um alto patamar de 62.859 infecções.
Diante da alta de casos e mortes vista no último mês, entidades de saúde, que compõe o Conselho Nacional de Saúde (CNS), recorreram ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que medidas mais restritivas de circulação sejam exigidas pelo governo federal. A proposta é de lockdown por 21 dias ainda este mês, acompanhada por auxílio emergencial “adequado para a população”.
Com as medidas, as entidades esperam que ao menos 22 mil vidas sejam preservadas em abril, conforme levantamento de especialistas da área. Sem elas, a previsão é de que o país encerre o mês com quase 420 mil brasileiros mortos, segundo estimativa da Universidade de Washington.
O estudo, que leva em consideração as atualizações do Ministério da Saúde, esperava pico de óbito de 4 mil apenas para o dia 24, número que já foi superado agora no início do mês. Um dos fatos que eleva ainda mais os números é a volta do feriado de Páscoa, com a inserção de casos represados.

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