crítica sobre pantanal

Pantanal, a novela em reprise na globo, tem como base a história original, que tem lá seus encantos, mas a direção tenta adaptar o discurso para nossos dias.

O que faz de errado a nova versão, é expor a ideologia exagerada, no que tange aos direitos de homens e mulheres, a discussão sobre os direitos da mulher é feita de forma extrema, radical, ao passo que tenta dar voz à mulher, com todos os seus direitos que são legítimos, contudo, peca pela forma, pelo exagero.

Ter mente aberta é essencial para quem escreve, pois temos a responsabilidade moral de oferecer aos que nos ouvem, várias possibilidades de interpretação, sobre vários temas, sobretudo com os temas tão necessários, como a ideologia de gênero e o feminismo, direitos das mulheres em todos os aspectos.

Há um delírio ideológico em achar que tudo isso é liberdade de expressão. As novelas atuais têm como premissa, dizer para o povo comum que todos podem tudo, especialmente no campo da moral, uma novela das seis , por exemplo, por em voga a discussão homo-afetiva, é de certa forma, extrapolar o direito que a obra de arte tem de influenciar o telespectador. Não há necessidade de por este tipo de conteúdo ao público das novelas das seis por exemplo…….

Voltando ao Pantanal, outro absurdo, é trazer para o público das novelas das 9, que é formado por donas de casa, senhoras, geralmente matriarcas que têm a fé em Deus como centro de sua metafisica–cultural – num país de maioria católica e evangélica, um personagem que tem como mentor o diabo, com fala e voz de filme de terror, é no mínimo o ato de insanidade cultural…

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