Os melhores poemas de William Shakespeare sobre o amor e a vida

Considerado o maior dramaturgo de todos os tempos, William Shakespeare escreveu verdadeiras obras de arte que influenciaram gerações além do seu tempo. Apesar de suas peças terem feito seu nome ressoar pelos séculos, seus poemas também revelaram sua genialidade enquanto maior escritor britânico de toda a história.

Os poemas de Shakespeare sobre o amor e a instabilidade da vida nos mostram que o artista amou, sofreu e viveu paixões que só poderiam ser expressadas de uma maneira: através das palavras.

Poemas de Shakespeare sobre amor

São nos sonetos e pequenos poemas de Shakespeare que conseguimos vislumbrar suas mais complexas emoções. Suas palavras são como se o sangue do poeta escorresse pela caneta declarando-se sem restrições para sua amada.

Se você procura um poema de Shakespeare sobre amor para compartilhar, confira alguns que são perfeitos para mandar para aquele alguém especial.

Não chame o meu amor de idolatria
Nem de ídolo realce a quem eu amo,
Pois todo o meu cantar a um só se alia,
E de uma só maneira eu o proclamo.

É hoje e sempre o meu amor galante,
Inalterável, em grande excelência;
Por isso a minha rima é tão constante
A uma só coisa e exclui a diferença.

‘Beleza, Bem, Verdade’, eis o que exprimo;
‘Beleza, Bem, Verdade’, todo o acento;
E em tal mudança está tudo o que primo,

Em um, três temas, de amplo movimento.
‘Beleza, Bem, Verdade’ sós, outrora;
Num mesmo ser vivem juntos agora.

William Shakespeare

Morrestes achando que amava.
Matastes pensando que era amor.
Dominado pelo egoísmo da paixão,
nos fez ver que não te conhecíamos como deveríamos
e, por tua atitude, demonstrou que não conhecias o amor.
Descansem em paz.

William Shakespeare

Amor quando é amor não definha
E até o final das eras há de aumentar.
Mas se o que eu digo for erro
E o meu engano for provado
Então eu nunca terei escrito
Ou nunca ninguém terá amado.

William Shakespeare

O amor é dos suspiros a fumaça;
puro, é fogo que os olhos ameaça;
revolto, um mar de lágrimas de amantes…
Que mais será?
Loucura temperada, fel ingrato, doçura refinada.

William Shakespeare

Quando me tratas mal e, desprezado,
Sinto que o meu valor vês com desdém,
Lutando contra mim, fico a teu lado
E, inda perjuro, provo que és um bem.

Conhecendo melhor meus próprios erros,
A te apoiar te ponho a par da história
De ocultas faltas, onde estou enfermo;
Então, ao me perder, tens toda a glória.

Mas lucro também tiro desse ofício:
Curvando sobre ti amor tamanho,
Mal que me faço me traz benefício,

Pois o que ganhas duas vezes ganho.
Assim é o meu amor e a ti o reporto:
Por ti todas as culpas eu suporto.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s