Escritora que analisa sua vida em obras como ‘Os Anos’ e ‘O Lugar’ é consagrada no maior prêmio literário do mundo

Nobel de Literatura premia Annie Ernaux, francesa que revolucionou a autoficção

Annie Ernaux,

Que coisa magnífica, uma mulher escritora, uma cronista de fatos reais, relatando coisas corriqueiras de sua própria vida. Desta vez recobraram o bom senso, sobre o que é literatura. Fiquei contente com a escolha. Embora desconhecida do mundo, fora da Europa, este fato de uma mulher que realmente escreve, e que não é musicista, como o último que ganhou… isso traz um pouco de credibilidade para o nobel.

Na edição de 2016, em que deram para Bob Dylan, pensei, será que os juízes suecos não estão conectados com o mundo, ou não tem mais escritores no mundo que sejam dignos de receber tal prêmio pelo seu sacro ofício?

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